|
Jack London (1876-1916) é um dos maiores escritores de aventuras de todos os tempos. Neste impressionante ensaio,
Antes de Adão, ele fala de sua personalidade dissociada: o Dentuço, um ser pré-histórico, pertencente ao Povo das cavernas, que teria vivido há milhões de anos e transmitido intactas suas impressões e vivências ao cérebro de Jack. A descrição exata e a emoção permanente fazem deste livro um fantástico relato de aventuras.
Teve uma infância e juventude cheias de sacrifícios e aventuras. Autodidata, na mais legítima expressão da palavra, sua vocação para as letras foi imensa.
Dotado de um estilo próprio, vigoroso, sintético, dizer muito com poucos vocábulo; amante da aventura e dono de uma grande sensibilidade artística, London conseguiu em apenas 14 anos, escrever 43 livros, além de centenas de contos, artigos e reportagens.
Aventureiro, jornalista, Jack London conheceu a fama e a decadência, sendo considerado um dos escritores mais bem pagos do seu tempo.
Mais tarde mergulhou no álcool e foi protagonista de alguns desastres financeiros. Mas o certo é que sua obra sobreviveu aos problemas que enfrentou no final da vida.
Hoje é considerado um dos maiores escritores da língua inglesa em todos os tempos; sobretudo, um extraordinário narrador, e a sua influência marcou várias gerações de escritores americanos, de Ernest Hemingway a John dos Passos e Jack Kerouac.
Entre
sua
vasta
obra
destacam-se:
Martin Eden (1909), O
Filho
do
Lobo
(1900), O Chamado da
Floresta
(1903), O
Lobo
do
Mar
(1904) e
Caninos
Brancos
(1906).
|