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Sobre os textos

jarhgarcia.JPG (7436 bytes)Os textos da COLEÇÃO RIDENDO CASTIGAT MORES foram  gentilmente cedido por Nélson Jahr Garcia, que nasceu em São Paulo, formado na Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Professor da USP, e de outras Faculdades Particulares. Fez mestrado e doutoramento em Ciências da Comunicação na ECA-USP. Escreve livros, artigos. É webdesigner e ebook-publisher.

TRABALHOS DE AMOR PERDIDOS
WILLIAM SHAKESPEARE
VirtualBooks
Formato:e-book/ PDF
Código:SHAKTA000011
© Ridendo Castigat Mores, 2000

Disponibilidade: Grátis para você para baixar agora!
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Trechos do livro eletrônico

TRABALHOS DE AMOR PERDIDOS
WILLIAM SHAKESPEARE

Personagens

FERDINANDO, rei de Navarra.
BIRON, nobre da corte do rei
LONGAVILLE, nobre da corte do rei.
DUMAINE, nobre da corte do rei.
BOYET, nobre da corte da princesa.
MERCADE, nobre da corte da princesa.
DOM ADRIANO DE ARMADO, espanhol fantástico
SIR NATANIEL, cura.
HOLOFERNES, mestre-escola.
DULL, oficial de justiça.
COSTARD, bobo.
MOTH, pajem de Armado.
Um guarda-caça.
A PRINCESA DA FRANÇA.
ROSALINA, fidalga da corte da princesa.
MARIA, fidalga da corte da princesa.
CATARINA, fidalga da corte da princesa.
JAQUENETA, camponesa.
Oficiais e criados do rei e da princesa.

ATO I

Cena I

O parque do rei de Navarra. Entram o rei, Biron, Longaville e Dumaine.

REI - Possa a Fama, que em vida todos buscam, gravar-se em nossos túmulos de bronze e amparar-nos da Morte perniciosa, quando, apesar da ação voraz do Tempo, nos propiciar o esforço do presente a honra que há de embotar-lhe o alfanje agudo e nos fizer herdeiros incontestes de toda a Eternidade. Por tudo isso, bravos conquistadores - sim, que o sois, vencendo as vossas próprias afeições e a força incalculável dos desejos que o mundo vos desperta - por tudo isso, o nosso edito agora publicado em todo o seu rigor será mantido. Navarra vai tornar-se o grande assombro do mundo; nossa corte, uma pequena academia, calma e circunspecta no que tem relação com a arte da vida. Vós três, Biron, Dumaine e Longaville, jurastes que haveríeis de comigo viver aqui três anos, quais colegas de escola, e de observar os estatutos que se acham consignados nesta cédula. Já o jurastes; agora assinai todos, para que a própria mão desonre o nome do que violar qualquer destes artigos. Se jurar e fazer é um só momento, mostrai-vos ora fiéis ao juramento.

LONGAVILLE - Quero ver: é jejum só de três anos; folga o espírito, embora o corpo sofra. Ventre grande é sinal de espírito oco; quando a gordura é muita, o senso é pouco.

DUMAINE - Dumaine, meu senhor, se mortifica; deixa as maneiras rústicas dos gozos deste mundo aos escravos vis e baixos deste mundo grosseiro. Eis o programa: morrer para a riqueza, o amor e o viço, e na filosofia herdar tudo isso.

BIRON - Meu caro soberano, só me cabe repetir os protestos deles todos, pois o jurei, de aqui estudar três anos. Mas outras observâncias rigorosas cumpre atender também: que não vejamos mulher alguma nesse tempo todo, o que, penso, não foi aqui anotado; nada comer num dia da semana e uma só refeição fizer ao dia, o que penso, não foi aqui anotado; depois, dormir três horas só por noite, sem cabecear de dia um só momento e eu que nunca pensei durante a noite e meio dia em noite transformava - o que, penso, não foi aqui anotado. Nessa viagem de estudos, que de abrolhos: não ver mulher, jejuar, não pregar olhos!

REI - Jurastes cumprir todos esses pontos.

BIRON - Perdão, milorde; só se formos tontos. Eu só jurei que em vossa companhia três anos cá na corte estudaria.

LONGAVILLE - Jurastes sim, Biron, o rei não mente.

BIRON - Então foi por brinquedo, unicamente. Se não, dizei: com o estudo, que queremos?

REI - Ora! aprender o que ainda não sabemos.

BIRON - O que o senso comum pegar não pode?

REI - Sim, que o poder de cima nos acode.

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