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batalha de Josué e a batalha do amor de Cristo.
O cavaleiro armado do Apocalipse. O novo competidor
do amor de Cristo: o amor do Eterno Padre no dia
da Encarnação. As duas proposições
do sermão: no dia da Encarnação
amou tanto o Padre aos homens que parece amou mais
aos homens que ao Filho; no dia de hoje amou Cristo
tanto aos homens que parece amou mais aos homens
que ao Padre.
Outra vez, Senhor,
neste mesmo dia, outra vez torno a falar de vosso
amor. Dobraram-se neste dia os dias, dobraram-se
e encontraram-se os mistérios, encontrou-se
consigo o mesmo amor, e pois ele no mesmo dia
duas vezes nos amou tanto, por que não
diremos nós tambem duas vezes no mesmo
dia, já que fizemos tão pouco? Vitorioso
deixei hoje o amor de Cristo, mas ainda neste
mesmo dia Ihe resta muito que vencer. Josué,
para acabar de vencer uma vitória, mandou
parar o sol, e fez de um dia dois dias. Nós
temos dois dias reduzidos a um só dia,
e nem por isso receio presentar hoje nova batalha,
que nos não pode faltar luz onde o mesmo
sol é o combatente. Josué disse
que nem antes nem depois houve tão grande
dia como aquele: Non fuit antea nec postea tam
longa dies (Jo 10, 14). Mas o dia em que estamos
- que também compreende o antes e o depois
- pelo que foi e pelo que é, é muito
maior dia. Uma só hora deste dia é
muito maior que todo aquele, porque aquele era
dia de Josué, e esta é hora de Jesus:
Sciens Jesus quia venit hora ejus.
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