Outros livros grátis

Alemão

Espanhol

Francês

Inglês

Italiano

Português

 

Bibliotecas Virtuais

»Autores Africanos Do Rovuma ao Maputo

»Fernando Pessoa

»Luíz Vaz de Camões

»Biblioteca Virtual

»Fundação Biblioteca Nacional

»Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro

»Projecto Vercial

»Jornal da Poesia

»Biblioteca Virtual de Educação

»Biblioteca Virtual de Direitos Humanos - USP

 
 

Destaques

::O Chalaça-Favorito do Império
Assis Cintra
Francisco Gomes da Silva, que morreu como conselheiro do Império e Conde de Ourem, foi uma das interessantes figuras que viveram nas intrigas palacianas da Corte de D. João VI e Pedro I.
 

Ferramentas

:: Para abrir os livros:
»WinZip
:: Para ler os livros:
»Acrobat Reader
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Dúvidas

»O que é um livro eletrônico?

»
Como leio um livro eletrônico?

»
Posso imprimir o livro eletrônico?

»Por que tenho que ler o livro eletrônico no Adobe Acrobat Reader?

»
Quanto tempo para copiar um livro eletrônico?
 
 
NO DECLÍNIO
VISCONDE DE TAUNAY

VirtualBooks
Formato:e-book/ PDF
Código:VBO
© VirtualBooks 2002
Idioma: português
Disponibilidade: Grátis para você para baixar agora!
Software Grátis requerido: Adobe Acrobat Reader

Trechos do livro eletrônico

NO DECLÍNIO
VISCONDE DE TAUNAY

Texto-base digitalizado e compilado por:
Edilberto Leite - ICQ#: 47798889
e-mail de contato: eleite@terra.com.br

Prefácio

Visconde de Taunay - o festejado escritor de "A Retirada da Laguna" 

            Último, por ordem cronológica, dos seis romances do Visconde de Taunay, foi-lhe No Declínio o “canto do cisne” da estafada frase feita.

         Escreveu-o no último ano de vida quando o implacável diabetes lhe minava as forças e cruelmente lhe ia roubando a vista em plena pujança cerebral.

         Publicou a novela em folhetins da Gazeta da Tarde do Rio de Janeiro, em 1898, e depois de lhe dar a última demão, corrigiu-lhe as provas do volume até quase as vésperas da morte.

         Saiu-lhe o romance menos de uma quinzena antes do seu falecimento a 25 de janeiro de 1899.

         E seus confrades e amigos, visitando-o nestes dias derradeiros, porfiaram em lhe exprimir o prazer injustificadamente pessimista, como anda, quer, à fina força, fazer-nos crer que se sente e se acha mesmo abatido. Mas ao abrir o livro percebi logo que quem no declínio está é a Sra. D. Lucinda, viúva e mulher bonita, mas já quarentona, disse-lhe Machado de Assis, a gracejar, e aludindo à heroína do romance.

         Noticiando o aparecimento do romance, a seu respeito escreveu José Veríssimo um artigo, última das apreciações que sobre a sua obra leu o romancista.

         Estudou-lhe o crítico aí o papel no conjunto da história de nossa literatura, relembrou a feição nacionalista de sua obra e com franqueza lhe apontou senões e defeitos.

         A seu ver é No declínio o melhor dos romances do escritor, depois de Inocência, entende-se. Encontra-lhe alguma desigualdade, mas “o assunto não é banal e o final do romance tratado com distinção e vigor”.

         E ao terminar o seu estudo enuncia: “Eu achei neste livro de um escritor que começou há trinta anos, a influência das novas correntes literárias e das novas idéias de arte e uma preocupação da forma que atinge a do purismo. Estamos longe da reação de José de Alencar”.

         É a observação perfeitamente exata. Começando a escrever numa época em que todos os autores brasileiros maltratavam e muito o vernáculo, imprimiu o Visconde de Taunay diversos volumes da primeira fase de sua vida literária com numerosos deslizes de linguagem.

         À própria Inocência refundiu completamente por ocasião da segunda tiragem em 1884. Este apuro cada vez mais se lhe refinou, pelo contato íntimo dos grandes clássicos, sem que, contudo jamais se deixasse levar ao exagero de sacrificar uma só das modalidades da fraseologia brasileira para atender às exigências das formas equivalentes de além Atlântico.

         Para o grande público é No Declínio, por assim dizer, uma novidade. A sua primeira edição, de mil exemplares, aparecida em 1889 (Rio de Janeiro – Macedo & Cia.) esgotou-se com certa rapidez.

         Em novembro de 1900 assinou-se o contrato em virtude do qual a Livraria H. Garnier, do Rio de Janeiro e de Paris, publicou a segunda edição do romance, também de mil exemplares. Esta tiragem, inexplicavelmente, esgotou-se em 22 anos, segundo a comunicação que, em dezembro de 1923, me fez a casa Garnier.

            Assim, pois, é como que um livro novo do Visconde de Taunay o que a Companhia Melhoramentos de S. Paulo (Weiszflog Irmãos Incorporada) aqui oferece ao público, na série já extensa das obras do autor de Inocência, por ela publicadas e reeditadas, com um capricho e um desvelo sobremodo notáveis e entre os quais sobrelevam as belas edições ilustradas da novela sertaneja e da Retirada da Laguna. 

São Paulo, agosto de 1926.
Affonso de E. Taunay

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

copiar o livro agora

 

sobre o autor

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Copyright© 2000/2002 Virtualbooks Todos os direitos reservados.  All rights reserved.