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Como e Porque sou Romancista
José de Alencar

Virtual Books Online
Formato: e-book/ PDF
Código: bvboroamcista231
© VirtualBooks 2003
Idioma: Português
Disponibilidade: Grátis para você para baixar agora!
Software Grátis requerido: Adobe Acrobat Reader

Trechos do livro eletrônico

Como e Porque sou Romancista
José de Alencar
 
 
Os créditos da migração da novela "Como e Porque sou Romancista", de José de Alencar do papel para a mídia eletrônica se deve a Rogério Magno de Assis Falconeri, que nos enviou gentilmente o textofalconeri@ig.com.br
 
 
 
APRESENTAÇÃO
 
           
            “Como e Porque Sou Romancista” é a autobiografia intelectual de José de Alencar, importante para o conhecimento de sua personalidade e dos alicerces de sua formação literária.
           
            O texto sob a forma de carta, foi escrito em 1873 e publicado em 1893, pela Tipografia Leuzinger. Entre suas reedições, merece menção a da Academia Brasileira de Letras, de 1987, conservando a ortografia original, apresentada pelo Prof. Afrânio Coutinho, com a erudição e clareza marcantes de sua crítica.
           
            A presente edição, com o objetivo de tornar mais acessível a leitura, atualizou a ortografia do texto alencariano. Manteve-se, entretanto, a pontuação original que, no dizer de M. Cavalcanti Proença, é “elemento característico da prosa alencariana, subordinando-se muito menos às regras vigentes na época do que ao ritmo fraseológico, tal qual o concebera e criara”.
           
            Afrânio Coutinho definiu esta carta como “autêntico roteiro de teoria literária, o qual, reunido a outros ensaios de sua lavra, pode bem constituir um corpo de doutrina estética literária, que o norteou em sua obra de criação propriamente dita, sobretudo no romance”.
           
            O autor enfatizou, em sua formação escolar, a importância dada à leitura, com a correção, nobreza, eloqüência e alma que o mestre Januário Mateus Ferreira sabia transmitir a seus alunos. Ainda menino, como ledor dos serões da família, teve oportunidade de contínuo e repetido contacto com um escasso repertório de romances, cujos esquemas iam ficando gravados em seu  espírito.
           
            Já cursando a Faculdade de direito, em São Paulo, com grande esforço, dominou o idioma francês para ler obras de Balzac, Dumas, Vigny, Chateaubriand e Victor Hugo.
           
           
            “A escola francesa, que eu então estudava nesses mestres da moderna literatura, achava-me preparado para ela. O molde do romance, qual mo havia revelado pôr mera casualidade aquele arrojo de criança a tecer uma novela com os fios de uma ventura real, fui encontra-lo fundido com, a elegância e beleza que jamais lhe poderia dar.”
            
            À influência das leituras na sua formação de escritor, sobrepôs Alencar o valor da imaginação:
           
            “Mas não tivera eu herdado de minha santa mãe a imaginação de que o mundo apenas vê flores, desbotadas embora, e de que eu sinto a chama incessante, que essa leitura de novelas mal teria feito de mim um mecânico literário, desses que escrevem presepes em vez de romances.”

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