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CLÁUDIO
WILLER é poeta, ensaísta e tradutor. Sua formação acadêmica é como
sociólogo (Escola de Sociologia e Política, 1963) e psicólogo (Instituto de Psicologia,
USP, 1966, onde lecionou até 1973). Além da atividade literária e na administração
cultural, trabalhou, também, em pesquisa de mercado, consultoria e áreas afins.
Publicou: Anotações para um
Apocalipse, Massao Ohno Editor, 1964, poesia e manifesto; Dias Circulares,
Massao Ohno Editor, 1976, poesia e manifesto; Os Cantos de Maldoror, de
Lautréamont, 1ª edição Editora Vertente, 1970, 2ª edição Max Limonad, 1986,
tradução e prefácio; Jardins da Provocação, Massao Ohno/Roswitha
Kempf Editores, 1981, poesia e ensaio; Escritos de Antonin Artaud, L&PM Editores, 1983
e sucessivas reedições, seleção, tradução, prefácio e notas; Uivo, Kaddish e outros
poemas de Allen Ginsberg, L&PM Editores, 1984 e sucessivas reedições, seleção,
tradução, prefácio e notas; nova edição, revista e ampliada, em 1999; Crônicas da
Comuna, coletânea sobre a Comuna de Paris, textos de Victor Hugo, Flaubert, Jules
Vallés, Verlaine, Zola e outros, Editora Ensaio, 1992, tradução; Volta, narrativa em
prosa, Iluminuras, 1996. Lautréamont - Obra Completa - Os Cantos de Maldoror, Poesias e
Cartas, edição prefaciada e comentada, Iluminuras, 1997. Prepara-se para publicar seu
próximo livro de poesia, Estranhas Experiências, e uma coletânea de ensaios, O escritor
como personagem - textos sobre literatura e vida.
Em antologias e publicações coletivas,
entre outras, Alma Beat, L&PM Editores, 1985; Carne Viva, coletânea de poemas
eróticos, org. Olga Savary, Achiamé, 1984; Folhetim - Poemas Traduzidos, org. Nelson
Ascher e Matinas Suzuki, ed. Folha de São Paulo, 1987, com uma tradução de Octavio Paz;
Artes e Ofícios da Poesia, org. Augusto Massi, ed. Artes e Ofícios - Secretaria
Municipal de Cultura de São Paulo, 1991; Sincretismo - A Poesia da Geração 60, org.
Pedro Lyra, Topbooks, 1995.
Traduzido e publicado no exterior, entre
outros lugares, em Quinta Intermundia, Rassegna di Poesia Internazionale, 1992, coletânea
por Márcia Teófilo; Modernismo Brasileiro und die Brasilianische Lyrik der Gegenwart,
antologia da poesia brasileira por Curt Meyer-Clason, Druckhaus Galrev, Berlim, 1997;
Narradores y Poetas de Brasil, coletânea de Floriano Martins, revista Blanco Móvil,
primavera de 1998, México, DF.Poemas e depoimentos, também, em revistas literárias:
Poesia Sempre, Azougue, Alguma Poesia, Anto (Portugal), Continente Sul-Sur, etc.
Bibliografia crítica formada por
ensaios, resenhas, reportagens e citação em obras de consulta (Afrânio Coutinho,
Alfredo Bosi, José Paulo Paes, entre outros).
Como crítico e ensaísta, colaborou em
suplementos e publicações culturais: Jornal da Tarde, Jornal do Brasil, revista Isto É,
jornal Leia, Folha de São Paulo, revista Cult, Correio Braziliense, Xilo, etc, e projetos
da imprensa alternativa: Versus, revista Singular e Plural e outros. Textos, resumo
biográfico, bibliografia e outras informações em bancos de dados e "sites":
Módulo Literatura Brasileira, Setor Poesia, do Centro de Informática e Cultura, Banco de
Dados Informatizado do Instituto Cultural Itau; e em
http://www.dialdata.com.br/casadasrosas ("Literatura main menu"), harpya.com.br
(revista eletrônica Harpya), livcultura.com.br (Livraria Cultura, seção Biblioteca
Ideal), users.sti.com.br/efres ("site" Pop Box), secrel.com.br/jpoesia (Jornal
de Poesia) e zaz.com.br/blocos (Revista Blocos).
Depois de ocupar outros cargos e
funções em administração cultural, desde 1994 é assessor na Secretaria Municipal de
Cultura de São Paulo, responsável por cursos, oficinas literárias, ciclos de palestras
e debates, leituras de poesia.
Dezenas de participações em congressos,
seminários, ciclos de palestras, apresentações públicas de autores, etc, no Brasil e
no exterior.
Presidente da União Brasileira de
Escritores em dois mandatos (1988-92), secretário geral em outros dois (1982-86), e,
ultimamente, presidente do Conselho da entidade.

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